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Sociedade das Crianças Entre em minha porta, baby, Sua face clara irradia luz noite e dia... Mamãe nem desconfia do que você sabe... Ela percebeu seu olhar sutil Agora eu sei das suas lágrimas e de sua dor, Ela nunca te chama pelo nome, Quando ela deixará você entrar? Se acaso ela te ver aqui, decerto dirá: "Meu garoto, ela não é do tipo certo pra você"
Ela me diz que eu não posso vê-la mais, baby, Que eu não devo vê-la outra vez...
No caminho da escola, baby, As pessoas agem como surdos e cegos, Até que elas nos percebem e dizem: "Por que você não anda com tipos da sua panela?" Meus professores riem um riso debochado, Cortam e podam nosso affair, Pregadores da igualdade Dizem que devemos dar-lhes crédito, Mas por que eles não agem como dizem fazer?
Minha mãe diz que eu não posso vê-la mais, baby, Que eu não devo vê-la outra vez...
Um dia desses eu não vou dar ouvidos a ninguém, Vou seguir só o que der na minha cabeça, Um dia desses eu abro as asas, Minhas asas cintilantes e alço vôo, Mas ainda tenho que esperar esse dia chegar, Baby, ainda somos da sociedade das crianças, Quando ficarmos adultos as coisas vão mudar, Mas por enquanto o caminho da escola ficará...
Minha mãe diz que eu não posso vê-la mais, baby, Que eu não devo vê-la outra vez... Que eu não devo vê-la outra vez, baby, Que eu não devo vê-la outra vez...
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