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Revista de Estudos Culturais e da Contemporaneidade - ISSN: 1980-3060 |
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Benedito Gomes
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LEXICOLOGIA |
TERMINOLOGIA |
Objeto de estudo |
as unidades lexicais |
o termo |
Perspectiva |
descritiva |
normativa |
Metodologia |
semasiológica |
onomasiológia |
Métodos de coleta |
palavras selecionadas pelo valor semântico |
termos selecionados por área de estudo |
Objetivo |
“prática dicionarística”; nomenclatura da língua comum |
disponibilização de resultados ao usuário; dicionários terminológicos |
Tarefa |
definir – decodificação |
nomear – codificação |
Domínio |
língua geral |
línguas de especialidade |
Figura 1: Lexicologia e Terminologia
A Lexicologia se apresenta, portanto, como o ramo da Lingüística dedicado ao estudo científico do léxico. Entre as inúmeras tarefas da Lexicologia, Barbosa (1992, p. 154) aponta para a possibilidade do estudo de um “conjunto de palavras de determinado sistema, ou de um grupo de indivíduos, como universo léxico ou conjunto vocabulário”. Tal estudo pode ser empreendido a partir de uma perspectiva diacrônica, sincrônica ou pancrônica, através de um tratamento qualitativo ou quantitativo, descritivo ou aplicado. No caso deste trabalho, privilegio uma abordagem sincrônica aplicada à obra literária já referida, destacando, nos dados, seu aspecto qualitativo, mais que o quantitativo.
A Lexicografia, por sua vez, também toma como objeto de análise a palavra, mas a enfoca como técnica de sistematização, processamento e ordenação em forma de dicionários, vocabulários e glossários, especializados ou não. Lexicografia, então, se distinguirá da Lexicologia por ser “técnica de dicionários”, enquanto esta é “estudo científico do léxico”. Embora mantenhamos este trabalho predominantemente no domínio da Lexicologia, sabemos que as fronteiras das disciplinas são, na prática, de difícil delimitação. Seguindo-se Barbosa (1992, p. 155), o estudo de aspectos do vocabulário de um autor insere-se dentro da noção de Universo de Discurso, que compreende “um conjunto de discursos manifestados e manifestáveis, caracterizados por constantes e coerções, suscetíveis de configurarem uma norma discursiva” (ênfase no original).
O estudo do vocabulário de um autor, “passível de tratamento lexicográfico” (BARBOSA, 1992, p. 155) possibilita, após a efetivação deste tipo de tratamento, o surgimento de dicionários como Aragão (1990) e Aragão et al. (1992). Como afirmei anteriormente, esse tratamento especializado não é o objetivo deste trabalho.
Tido como “obra-prima” por figuras como Raquel de Queiroz e Ariano Suassuna, e colocado por Érico Veríssimo “entre os melhores romances da literatura brasileira de todos os tempos”, O Coronel e o Lobisomem mereceu de Bosi (1992, p. 484) apenas um curto parágrafo, em que o historiador da literatura destaca em seu autor, José Cândido de Carvalho, “os pendores do ficcionista para explorar o ridículo das suas criaturas” e a “justeza expressiva da sua linguagem verdadeiramente clássica sem deixar de ser moderna”. Na verdade, a obra de José Cândido de Carvalho merece bem mais que essas simples menções.
Romancista e jornalista, José Cândido de Carvalho nasceu em Campos dos Goitacases em 5 de agosto de 1914. Escreveu apenas dois romances, com um lapso de 25 anos entre eles: o primeiro, Olha para o Céu, Frederico!, data de 1939; O Coronel e o Lobisomem foi publicado em 1964, tendo sido traduzido para o francês, o espanhol e o alemão, sendo publicado também em Portugal. Além dos romances, publicou seleções de “contados, astuciados, sucedidos e acontecidos do povinho do Brasil”: Porque Lulu Bergantim não Atravessou o Rubicon (1971), Um Ninho De Mafagafes Cheio de Mafagafinhos (1972) e Os Mágicos Municipais (1984), além de Manequinho e o Anjo da Procissão (1974) e Ninguém Mata o Arco-Íris (1972). Em 1974, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, ocupando a cadeira antes pertencente ao poeta Cassiano Ricardo.
Em nota apensa ao livro (p. xii), Raquel de Queiroz revela que, quando da leitura de sua primeira edição, fora vítima daquilo que considera ser o maior triunfo do romancista em relação ao leitor:
Fazer com que o dito leitor se esquecesse completamente de que havia um autor de permeio e tratasse o protagonista como figura de vivente, como homem, como gente, apaixonante e de carne, tal como nós. No artiguinho me desmancho em louvores e amores para com o coronel, inteiramente esquecida de que o herói Ponciano de Azeredo Furtado não passava de invenção pura desse mestre inventador que é José Cândido de Carvalho. Me derramo em louvaminhas...
Em nova leitura da obra, para outra edição, a escritora reafirma a qualidade do romance e, desta vez, do romancista. A avaliação surpreende pela ênfase e pelo entusiasmo, mais surpreendentes ainda por serem provenientes de uma igualmente grande figura de nossa literatura.
Me curvo na maior reverência; não fosse eu a velha senhora e ele para mim um menino, até lhe tomava a bênção, de tanto o admirar. Dá vontade de arranjar um alto-falante e sair por essas ruas proclamando as excelências incomparáveis do importantíssimo romancista brasileiro, José Cândido de Carvalho. E solenemente ratifico o registo expedido em 1964: Com O coronel e o lobisomem José Cândido de Carvalho deu vida nova ao regionalismo brasileiro (p. xiv).
A importância do estudo do vocabulário de José Cândido de Carvalho é mais que corroborada pelos comentários de Raquel de Queiroz sobre sua linguagem:
Não sei de ninguém, no momento, que renove o idioma como o renova ele. Vira e revira a língua, arrevesa as palavras, bota-lhes rabo e chifre de sufixos e prefixos, todos funcionando para uma complementação especial de sentido, sendo, porém, que nenhum provém de fonte erudita, ou não falada; nenhum é pedante ou difícil, tudo correntio, tudo gostos, nascido de parto natural, diferente só para maior boniteza ou acuidade específica. No léxico de Zé Cândido não aparece uma palavra que não seja possível; se ela não havia até aqui, estava fazendo falta... Falar verdade, é o gênio da língua que baixa nesse moço... O que estava por fazer, nestes seiscentos ou mais anos de língua portuguesa, o que o povo não inventou ou os autores não codificaram, esse brasileiro inventa por conta própria e depois oferece à gente de graça. Agora é só imitar – quem tiver competência! (p. xiv).
É precisamente isso o que José Cândido de Carvalho faz: usar palavras velhas com sentido novo, imprevisto ou pouco freqüente. No que diz respeito às designações da mulher, verificamos exatamente essas características do léxico desse autor lamentavelmente tão pouco conhecido.
Conforme estabeleci acima, classificarei os nomes e expressões colhidas através da análise do romance em três categorias: (a) os vocábulos e expressões designativos da mulher como pessoa; (b) vocábulos e expressões referentes a atributos físicos, partes do corpo e outras alusões à mulher; e (c) vocábulos e expressões referentes às mulheres das paixões do Coronel Ponciano de Azeredo Furtado.
a) Vocábulos e expressões designativos da mulher
Por vocábulos e expressões designativas da mulher, refiro-me aqui àquelas palavras ou locuções dirigidas à mulher, de forma genérica, ou a uma mulher em especial. Na maioria das vezes, essas designações mais individualizadas são aplicáveis genericamente. Por ordem de freqüência, essas formas de designar se verificam como segue:
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moça(s) |
moça aparelhada de todos os comprovantes moça arrumadeira moça bonita moça calhada para cativar moça competente moça da Rua dos Frades moça das águas moça das arrumagens moça das tranças moça de bacia larga moça de casa montada moça de fora dos pastos moça de largas prendas moça de quarto e livro moça de sala e salão moça de vira-e-mexe moça do chalé moça do Coliseu dos Recreios moça do mar moça do meu bem-querer moça do Rio moça donzela moça dos cravos moça dos Moulin-Rouge moça educada moça em tarefa de manceba moça facilitada moça militante moça nova moça pretendida moça professora moça roubada moça sereia moça solteira moça teúda e manteúda moça vaga moça vistosa moças da ribalta moças das ribaltas moças desencaminhadas moças desonestadas |
Figura 2: O vocábulo moça
O vocábulo moça é de longe o mais freqüente designação atribuída à mulher no romance. Considere-se ainda que não listo aqui suas ocorrências isoladas, mas apenas as compostas, modificadas por um adjetivo ou locução. Merecem destaque especial as expressões referentes a moças prostituídas ou amasiadas. A lista é extensa e bastante colorida:
moça de casa montada
moça de vira-e-mexe
moça em tarefa de manceba
moça facilitada
moça militante
moça teúda e manteúda
moça vaga
moças das ribaltas
moças desencaminhadas
moças desonestadas
Por outro lado, as moças “de família” podem ser referidas de forma respeitosa e cerimoniosa, ou de modo bastante sensual:
moça aparelhada de todos os comprovantes
moça bonita
moça calhada para cativar
moça competente
moça das tranças
moça de bacia larga
moça de fora dos pastos
moça de largas prendas
moça de quarto e livro
moça de sala e salão
moça do meu bem-querer
moça donzela
moça educada
moça nova
moça pretendida
moça professora
moça solteira
moça vistosa
mocinha de tranças
Em seguida, e sempre por ordem de freqüência, aparece o vocábulo menina, também utilizado para nomear tanto as mulheres “respeitáveis” como as mulheres prostitutas ou prostituídas. Uma moça respeitável é uma “menina de muitas prendas”, “menina donzela”, “menina professora” ou “menina devocioneira”. A prostituta é “menina de palco” “menina da ribalta” ou “menina Zizi”, numa referência às antigas casas de prostituição de moças estrangeiras, os Moulin-Rouge. As prostitutas também são “meninas de vira-e-mexe”.
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menina |
menina arrumadeira menina de muitas prendas menina de palco menina de suas paixões menina do Rio menina donzela menina nova menina professora menina Zizi meninas das ribaltas meninas de vira-e-mexe meninas devocioneiras meninas do Colégio |
Figura 3: O vocábulo menina
Numa referência à questão da virgindade, as designações pelo vocábulo donzela revelam os valores patriarcais e machistas da sociedade brasileira na época dos coronéis (Figura 4). A moça “honesta” é “donzela de primeira mão” ou “donzela a olho nu”, sendo, portanto, “donzela de sofá e casamento”, enquanto a moça “desonestada” pode ser reconhecida pelo olho experiente como “despossuída de seu etecétera e tal de nascença”.
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donzela |
donzela a olho nu donzela das águas donzela de primeira mão donzela de sofá e casamento donzela garantida moça donzela |
Figura 4: O vocábulo donzela
Verifica-se ainda um grande volume de expressões menos recorrentes, mas nem por isso menos significativas. Essas expressões abrangem desde a designação de moças de família e prostitutas a referências à sereia de uma das aventuras do coronel ou a senhoras casadas ou amasiadas com pessoas conhecidas do herói Ponciano. A mais freqüente dessas ocorrências é “rabo-de-saia”, com as variantes “rabão-de-saia”, “rabo-de-saia mal intencionado”, “bicho de saia”, “gente de saia” e “povo de saia” (mais de trinta vezes na obra). Uma ocorrência também muito freqüente é “teúda e manteúda”. Vejamos a lista:
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rabo-de-saia
teúda e manteúda dama
dona
madama
mulata nova mulatas de fina escolha peça bem acabada peças avultadas povo das ribaltas povo de diploma senhora de família senhora de respeito sereia das águas sereia do mar obrigação cabrita nova encantada do mar francesada francesada supimpa gente da ribalta mestra de letras mulher sucumbida |
Figura 5: Outros vocábulos e expressões
b) Expressões designativas de partes do corpo, atributos físicos e similares
Ao lado das palavras e expressões designativas da mulher em geral ou de uma mulher específica, encontramos referências dotadas de expressiva sensualidade e que dizem respeito a partes específicas do corpo feminino ou a designações metonímicas da mulher ou de seu corpo. Entre as expressões designativas de partes do corpo, destaco:
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amassador de sofá bojudo assento compartimento crescidos do debaixo das blusas despidos encontrados frentes e partes subalternas guarnição de pernas de fina nascença guarnição traseira par de estofados par de platibandas par de popas par de tranças partes partes altas particulares por-baixos da moça possuídos protocolos repartição repartição dos fundos |
Figura 6: Partes sensuais do corpo
As partes privilegiadas são os quadris, designados, com uma dose de bom humor, como “amassador de sofá”, “repartição dos fundos” ou “guarnição traseira”, ou voluptuosamente como um “bojudo assento” ou “par de popas”. Os seios, igualmente bem apreciados, são referidos como os “crescidos do debaixo das blusas”, os “por-baixos”, as “partes altas” ou “par de estofados”. Uma designação mais genérica é “frentes e partes subalternas”.
Além dessas designações alusivas a partes sensuais do corpo e atributos físicos, o corpus inclui referências à mulher de caráter metonímico. Assim, de acordo com o coronel Ponciano de Azeredo Furtado, é possível referir-se à mulher, ou à circunstância de estar com uma mulher, como gozar de “perna de moça”, “perna ou anca”, “cara bonita”, “costela de moça”, “pernas ou caras” ou “braço de moça”. Estar com prostitutas, moças das ribaltas, é desfrutar das “pernonas das Zazás”. Disvirginar uma moça, do ponto de vista do macho, é privá-la de seus “protocolos” ou “etecétera e tal de nascença”.
c) As mulheres das paixões do coronel
O coronel, dado às farras desde a meninice, jamais se casa, embora tente várias vezes “tomar estado”, especialmente em sua idade madura. Variadas são as suas paixões, por vezes bem passageiras. No entanto, há três casos em que a paixão durou mais, de modo que a pretendida foi designada de muitas formas. Em dois desses casos, a frustração dos desejos do coronel o leva a encerrar suas referências a essas mulheres de forma bem enfática. O coronel se despede de D. Isabel Pimenta e D. Esmeraldina Nogueira, a quem antes dedicava todo o seu afeto, chamando-as de “cachorra” e “vaca”, respectivamente.
D. Branca dos Anjos é a paixão da juventude de Ponciano. Essa paixão é frustrada pelos cuidados do pai de Branca, que trata de guardar sua “donzelice” em sítio seguro, ao suspeitar das intenções de Ponciano de roubar a moça. Por essa razão, as tranças da moça sempre serão lembradas pelo coronel com muita saudade. Branca é a paixão pura, mas inatingível, a quem Ponciano se refere sempre com muita melancolia. Ela é a “moça das tranças”, de “andar de cobra” e possuidora de muitas “prendas e esmerada guarnição traseira”. Ponciano se refere a ela como a “dona (ou moça) do meu bem-querer”: ela é a “menina Branca dos Anjos”.
D. Isabel Pimenta é uma professora que chega à fazenda em busca de saúde para seus pulmões. Moça educada, impressiona o coronel, que a chama de “moça vistosa”, “moça professora”, “menina Isabel” ou “menina professora”. Decepcionado por Isabel recusar “tomar estado” com ele, preferindo um primo do seu tempo de infância, o coronel passa a suspeitar de sua donzelice. Não pode ser “donzela de primeira mão” uma moça que brincou com primo quando criança; sem dúvida, a “mestra de letras” é uma “cachorra”, uma “sem-vergonha”.
D. Esmeraldina Nogueira é a maior paixão de Ponciano, sempre frustrada e adiada. Ela é casada, por isso é designada como a “mulher de Nogueira” (treze vezes no romance). Sempre enganando o coronel em proveito de si e do marido, Esmeraldina, com suas covinhas no rosto, faz crer a Ponciano que é “dama quase submetida”, ou mesmo “mulher sucumbida” diante de seus dois metros de altura, em “feitio de palmeira”. Ponciano devota verdadeira adoração a Esmeraldina, a quem se refere respeitosamente como a “dona da casa”, “dama da Rua dos Frades”, “moça do chalé” e, melancolicamente, “dona dos meus quebrantos”. Com tantas esperanças frustradas, o coronel conclui que D. Esmeraldina é “dama de muita dificuldade em conceder benefícios”. Somente quando se percebe arruinado financeiramente, explorado e abandonado por Nogueira e sua “corja”, o coronel reconhece que Esmeraldina não passa de uma “vaca”.
Conclusão
Os resultados deste trabalho mostram a produtividade de uma abordagem lingüística, lexicológica, ao domínio da literatura. Por outro lado, os vocábulos e expressões levantadas no corpus demonstram a riqueza e a relevância do estudo do vocabulário de José Cândido de Carvalho e de seu romance O Coronel e o Lobisomem.
O tratamento lexicográfico ao corpus seria o passo desejável após essa pesquisa inicial. A elucidação do vocabulário apontado pelo presente trabalho sem dúvida contribuirá para o enriquecimento dos estudos do léxico da língua portuguesa falada e escrita no Brasil.
Numa época em que tanto se fala e se persegue o ideal da interdisciplinaridade, estudos que procuram aproximar dois domínios teóricos tão afins como a Lingüística e a Literatura deveriam ser enfatizados e encorajados. A realização deste trabalho mostra que a Lexicologia, bem como a Lexicografia, são disciplinas que podem contribuir para esse processo de aproximação e enriquecimento mútuo.
Referências
ARAGÃO, Maria do Socorro Silva de. A linguagem regional popular na obra de José Lins do Rego. João Pessoa: FUNESC, 1990.
______ et al. Glossário aumentado e comentado de A Bagaceira. João Pessoa: A União, 1984.
BARBOSA, Maria Aparecida. Lexicologia, Lexicografia, Terminologia e Terminografia: identidade científica, objeto, métodos, campos de atuação. II Simpósio Latino-Americano de Terminologia. I Encontro Brasileiro de Terminologia Tecno-científica. Anais... Curitiba: IBICT, 1992.
BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 3. ed. São Paulo: Cultrix, 1992.
CARVALHO, José Cândido de. O coronel e o lobisomem. 40. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1991.
PONTES, Antonio Luciano. Terminologia científica: o que é e como se faz. Revista de Letras, v. 19, n. 1/2, p. 44-51, jan./dez. 1997.
VILLELA, Mário. Estrutura léxica do português. Coimbra: Almedina, 1979.
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